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domingo, 28 de fevereiro de 2016

Redes Sociais




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Super beijos!!

Juliana Batista





quarta-feira, 20 de março de 2013

Dança Sufi: o Ritual Sema da Ordem dos Dervishes



A ordem dos Dervishes girantes é um ramo da vasta tradição Sufi do Islã, que compartilha dos valores universais do amor e do serviço. O ritual de girar, que é praticado por esta Ordem, simboliza estes valores nos corações e mentes de milhões de pessoas ao redor do mundo.

O significado fundamental de Sema:


O Ritual Sema, que é a dança Sufi, começou com a inspiração de Mevlâna Jalâluddîn Rumi (1207-1273) e foi influenciado pelos costumes e cultura Turcos.

A condição fundamental de nossa existência é girante. Não há ser ou objeto que não se mova em giros, pois todas as coisas são compostas de elétrons, prótons e nêutrons, que giram em átomos. Tudo gira, e o ser humano vive por meio do girar destas partículas, pelo girar do sangue no seu corpo, o girar dos estágios de sua vida, pelo seu vir da terra e retornar a ela. Todos estes giros são naturais e inconscientes, mas o ser humano possui a mente e a inteligência que o distinguem de outros seres. Portanto, os Dervishes girantes (ou semazen) intencionalmente e conscientemente participam e compartilham o girar dos outros seres.
Ao contrário da crença popular, o objetivo não é perder a consciência ou cair num estado de êxtase. Ao girar em harmonia com todas as coisas da natureza – com as menores células e com as estrelas no firmamento – os semazen testemunham a existência e a majestade do Criador, pensam Nele, agradecem a Ele, e oram a Ele. Ao fazê-lo, os semazen confirmam as palavras do Corão: “O que há nos céus e o que há na terra glorificam a Allah” (Al-Taghaabun, 64:1).
Uma característica importante deste ritual de sete séculos é que ele reúne os três componentes fundamentais da natureza humana: a mente (pelo conhecimento e pensamento), o coração (através da expressão de sentimentos, poesia e música) e o corpo (ativando a vida, girando). Estes três elementos são integralmente unidos tanto na teoria quanto na prática, como talvez em nenhum outro ritual ou sistema de pensamento.
A cerimônia representa a jornada espiritual do ser humano, uma ascenção por meio da inteligência e amor à Perfeição (Kemal). Girando em direção à verdade, ele cresce através do amor, transcende o ego, encontra a verdade, e chega à Perfeição. Então ele retorna de sua jornada espiritual como aquele que alcançou a maturidade e a completude, capaz de amar e servir a toda criação e a todas as criaturas, sem discriminações de crença, classe ou raça.
No simbolismo do ritual Sema, o chapéu de pelo de camelo (sikke) do semazen representa a tumba do ego; a sua grande saia branca representa a mortalha do ego. Ao remover a sua capa negra, ele é espiritualmente renascido para a verdade. No início do Sema, mantendo seus braços fechados em cruz, o semazen representa o número um, testemunhando a unidade divina. Enquanto gira, seus braços estão abertos: seu braço direito está direcionado ao céu, pronto para receber a beneficência de Deus; sua mão esquerda, sobre a qual os seus olhos estão fixados, está virada para a terra.
O semazen oferece o presente espiritual de Deus àqueles que testemunham o ritual Sema. Girando da direita para a esquerda ao redor do coração, o semazen abraça toda a humanidade com amor. O ser humano foi criado com amor, para que também ame. Mevlâna Jalâluddîn Rumi diz: “Todos os amores são uma ponte para o amor Divino. No entanto, aqueles que não o experimentaram não o sabem!”.



Sugestão da amiga Ana Paiva:




By: Juliana Batista

quinta-feira, 7 de março de 2013

Dia Internacional da Mulher: Estrelas que inspiraram e inspiram a dança do ventre

Dançarinas, bailarinas, atrizes do mundo belly dance que inspiram há anos gerações de mulheres com suas conquistas, dança, beleza e lições de vida. Listei aqui 10 dessa divas que admiro o que é pouco sabendo que tem muito mais divas, mas este é só o primeiro post do mês de março, afinal março é totalmente das mulheres e na minha opinião devemos celebrar o mês todo e não somente o dia 08.

#1 - NADIA GAMAL: eleita como representante oficial das danças árabes no mundo. O título veio do Festival Internacional de danças de Viena, em 1984. Nadia teve aulas de balé clássico e moderno, jazz, coreografia e até piano. Passou por países como Alemanha Ocidental, Áustria, Canadá, Espanha, Estados Unidos, Finlândia, França, Grécia, Itália, Portugal, Suíça, Turquia, Venezuela e, claro, Líbano e Egito. Foi a primeira bailarina oriental a participar do Festival de Baalbeck, no Líbano, em 1968.
✞ 1937-1990
Frase: "Voce sabe por que eu danço dessa forma ? É porque eu sofri. Eu atravessei um divorcio, morte e muita dor de cabeça.. essa é a arte, você pode mostrar um passo, mas não pode mostrar a alma"
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#2 - SOUAD HOSNY: foi uma das atrizes mais famosas do Egito, tendo se destacado também como dançarina cantora. Souad Hosny foi “descoberta” ao cantar numa rádio e gravou seu primeiro filme aos 16 anos. Ao todo, ela fez 83 filmes. Em todos ela cantava e dançava, mas sua voz aparece muito mais do que sua dançaela era extremamente expressiva, o seu talento como atriz permitiu que ela não ficasse muito atrás das dançarinas do ventre propriamente ditas. Por representar uma mistura de simplicidade e beleza, os egípcios a apelidaram de “Cinderela”.
✞ 1943-2011
Vídeos: YOU TUBE




#3 - FARIDA FAHMY: A biografia de Farida Fahmy está estritamente relacionada com a música tradicional e com a história da The Reda Troupe, conhecida também como “Rida Folklore Dancing Troupe of Egypt”. Algumas fontes indicam que a Reda Troupe alcançou uma formação de 16 homens e 13 mulheres no corpo de baile, além de 13 músicos enquanto Farida ficou à frente do grupo, durante 25 anos. Durante sua carreira passou por mais de 60 países, em shows e workshops.

Sua dança é marcada por uma técnica impecável, acompanhada de uma graciosidade raramente encontrada nas bailarinas, que preocupadas com a perfeição técnica, deixam de lado o sentimento na dança. Seu estilo é tão especial que é considerado único. O destaque fica por conta dos deslocamentos suaves que ligam um passo ao outro.
Frase: "O entusiasmo para a dança que eu testemunhei em todo o mundo tem me incentivou a compartilhar essa paixão por escrever sobre minhas experiências passadas e conhecimentos sobre a dança no Egito, bem como apresentar idéias e impressões que, esperançosamente, inspirar outras pessoas "
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Uma grande emoção aprender e conhecer ao vivo essa diva. Me emociono sempre que vejo essa foto.


#4 - AZZA SHARIF:  às vezes é ofuscada pelo brilho de outras bailarinas contemporâneas. Porém, quem gosta de dança do ventre e quer se aperfeiçoar não pode deixar de estudá-la. Sua carreira deslanchou mesmo nas décadas de 1970 e 1980, apesar de já dançar desde os 18 anos, em casas como Sahara City e Hilton Al Nile. Fez 21 filmes, sendo que contracenou com Tahia Carioca em “Khalli Balak min Zuzu”, uma de suas primeiras experiências cinematográficas. Um dos passos mais utilizados por Azza é o twist, aliás, ela recorre a ele de tantas formas e maneiras diferentes que Lulu Sabongi a considera a “Rainha do Twist”. Não pense que isso faz de sua dança algo monótono. Na verdade, ela tem um ótimo repertório de passos que são complementados pela meia ponta alta e braços que emolduram o corpo. Ela também é famosa por suas apresentações de folclore.
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#5 - FIFI ABDOU: começou sua carreira como dançarina aos 20 anos, dançando em casamentos. Três anos depois, em 1976, começou a atuar no cinema, principalmente explorando seus dotes como dançarina, tendo atuado também em teatros seguindo o mesmo estilo. A consagração veio em 1989, com o filme "Uma mulher não é suficiente". Com seus quase 60 anos, é atualmente a bailarina de maior sucesso no Egito, juntamente com Dina e a que paga um dos mais altos impostos. Sua personalidade é rebelde. Fifi Abdo, sem dúvidas, causa inveja a qualquer dançarina com seu estonteante shimmie (tremor dos quadris). Em sua orquestra, o alaúde toma frente, para atuar em combinação com seus shimmes. 
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#6 - TAHIA CARIOCA: Delicadeza e graciosidade definem a dança da egípcia Abla Muhammad Karim, popularmente conhecida como Tahia Carioca. O auge da sua carreira foi entre os anos 30 e 40. Em 1935, participou do seu primeiro filme, “La femme et le patin”, de uma série de 120 que faria durante toda a sua vida. Sulieman Najib também colaborou para a sua formação, oferecendo aprendizado de balé clássico, francês e inglês. Trabalhava oitos e camelos, além de meia lua para frente com o quadril. Os braços ficam posicionados na altura do busto ou juntos, acima da cabeça – nunca extremamente alongados, sempre em uma posição bastante natural. Um detalhe interessante: usava variações de altura, explorando muito as alternâncias de planos (baixo e médio) com o recurso de flexão dos joelhos.
✞ 1915-1999
Vídeos: YOUTUBE
# 7 - SAMIA GAMAL: incorporou técnicas do balé (como giros e deslocamentos) e de danças latinas em suas performances.
Ela foi a primeira bailarina de dança do ventre a dançar de salto alto, e também tornou o uso do véu muito popular. Estrelou inúmeros filmes egípcios  foi proclamada "A Bailarina Nacional do Egito" pelo rei Farouk, dançou nos EUA e participou do hollywodiano "Ali Babá e os Quarenta Ladrões",  é considerada uma das mais famosas dançarinas do mundo, foi a responsável por levar a Dança do Ventre para Hollywood e Europa.
✞ 1924-1994
Frase: "Dança, dança, nada além da dança. Eu dançarei até morrer!"

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#8 - SOHEIR ZAKI:  Seu talento natural se revelou muito cedo e, antes mesmo de que ela se desse conta, começou a se apresentar em festas de aniversários e casamentos de amigos e familiares. Mais tarde, Sohair mudou-se para o Cairo. Mesmo contra a vontade de seu pai, começou a dançar profissionalmente em casamentos e a fazer perfomances em casas noturnas. Sohair pode ter se afastado das apresentações de dança e dos filmes, mas não perdeu seu glamour. Anwar Sadat se referiu a ela, numa ocasião, como “a Oum Kolthoum da dança”. “Enquanto Oum canta com sua voz, você canta com seu corpo“, disse uma vez (Sohair, aliás, foi a primeira bailarina a interpretar as reverenciadas músicas de Oum Kolthoum). 

Frase: "Aqueles dias nunca mais voltarão atrás. A atmosfera, os clientes, os convidados. Onde estão eles agora? A dança Oriental foi minha vida. Eu tenho meu filho e meu marido. Mas as melhores memórias de minha vida são todas da dança"

Vídeos: YOUTUBE


#9 - NAGWA FOUAD: Começou a dançar aos 16 anos em festas de casamento familiares e encontros sociais. Seu nome de nascimento era Awatef Mohammed El Agamy. Quando se mudou para o Cairo já gostava de dançar e fazia pequenas apresentações, e percebeu que na capital poderia tornar-se bailarina profissional. Aprendeu música e dança ocidental. Também foi cantora, artista de teatro e cinema.“Ser uma dançarina, respeitada e famosa era o meu sonho desde os meus seis anos de idade, quando comecei a dançar...” Nagwa sempre lutou para que a Dança do Ventre fosse reconhecida e respeitada. Ela sempre insistiu em divulgar a importância da dança. Mas no início de 1992 retirou-se definitivamente da dança para consagrar-se no cinema. 

Frase:  “Você pode sentir o perfume do leste e experimentar uma das mil e uma noites.”

Vídeos: YOU TUBE

#10 - Naima Akef: A família Akef morava no Cairo, no distrito de Bab El Khalq, entretanto viajava por todo o país e mesmo pelo mundo com suas turnês, especialmente na Rússia em 1957, onde Naima apresentou sua dança em um festival juvenil internacional e ganhou o primeiro prêmio de dança do festival, onde se apresentaram dançarinas de mais de 50 países. Uma foto comemorativa desta vitória está exposta na parede do Hall da Fama do Teatro Bolshoi. A dança egípcia corria livre nas veias de Naima. Foi seu primeiro amor e a melhor maneira de se expressar que ela usava na sua vida circense que servia como uma plataforma para sua dança, enquanto tentava e apresentava novas idéias, coreografias e músicas. Ela nunca tomou atalhos no que se refere a medir despesas, treinar ou fazer as próprias roupas ou das dançarinas do cenário e dos cantores e outros participantes que a acompanhavam nos shows. Ela era muito consciente de seu peso e mantinha-o sob estrito controle, para continuar parecendo jovem e flexível. Naima sacrificou até mesmo os prazeres da maternidade, deixando para dar á luz sua criança um pouco antes de seu próprio falecimento.
✞ 1932-1996
Vídeos: YOU TUBE

Espero que tenham gostado: curtam, comentem e compartilhem.

By: Juliana Batista

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Figurinos e músicas folclóricas - parte 2

A cultura árabe é muito rica e dela derivam vários tipos de dança, como forma de expressão. Dentre essas diversas danças árabes existentes, está a Dança do Vente e os diversos folclores árabes que já foram descritos no post Figurino e músicas folclóricas - part 1 e continuo a descrever agora na parte 2.

Pandeiro ou Daff

Ao contrário da dança com snujs, não é comum que a bailarina saia marcando o ritmo completo com o pandeiro, porque ele é considerado um objeto cênico, de enfeite. Assim, é comum fazer marcações com ele em batidas fortes como os DUMs do Said. Pode-se marcar o ritmo nas mãos, ombros, quadril, joelhos e onde mais a sua criatividade permitir. É importante lembrar que ele não combina com músicas lentas e taqsins. Escolha um Said, Falahi e Malfuf. A roupa é de preferência vestidos, como na dança da bengala, e cinturões com moedas, muitas moedas. Existem muitos folclores modernos que nos permite dançar com a barriga de fora. No vídeo abaixo temos uma maravilhosa dança com pandeiro.



Dança das Colheres

Para executar os passos, homens e mulheres usando roupas chamativas e coloridas, batem suas colheres ao som de uma música típica e marcam o ritmo. Mas por que usar colheres como instrumento? A professora Fadwa responde: “Não havia muitos instrumentos musicais na época que essa dança surgiu. As pessoas pegavam duas pedras e faziam o ritmo, depois passaram a usar as colheres, que ainda eram feitas de pedra, e mais recentemente as colheres de madeira”, diz
Quem diria que existe um tipo de dança no qual o uso de colheres é essencial para sua existência? Pois a colher se transforma em instrumento para marcar o ritmo em um tipo de dança folk que existe na Turquia. 

Dança das Flores  
Dança festiva e comemorativa, na qual a bailarina dança com um cesto de flores ou de pétalas de flores.Dizem que esta dança surgiu na época em que as camponesas egípcias trabalhavam na colheita de flores durante a primavera, e para amenizar o trabalho, cantavam e dançavam.
Mais adiante, tornou-se uma dança comum nas festas populares.
É uma dança delicada e alegre. Boa para começo ou abertura de show, bem como para comemorações especiais como dia dos namorados, dia das mães.
Não há trajes, ritmos ou músicas especificas, mas sugere-se dançar ao som de músicas alegres e que tratem de temas relacionados a flores ou colheitas. 

Dança Núbia
A música núbia é muito rica em ritmos e muitas vezes, é acompanhada de bandirs (tambores grandes). Antigamente os núbios realizavam danças guerreiras usando lanças e punhais, mas atualmente é uma dança desenvolvida de forma suave e com movimentos simples. Normalmente é dançada em filas ou em pares e acompanhada de palmas e gestos alegres.
Trajes: os homens usam uma galabia longa e branca e calças brancas (a cor branca ajuda a refletir a luz do Sol), por cima, uma roupa colorida e um turbante bem comprido na cabeça. Eles também usam sapatos especiais para proteger seus pés do chão quente. as mulheres utilizam galabia longa e cores claras, um vestido preto leve por cima, que permitamostrar o vestido debaixo, e um lenço bem comprido na cabeça cobrindo todo o cabelo. Elas adoram udsar muitos acessórios: um colar chamado Kerdan Núbio, grandes brincos, geralmente de prata e todo tipo de acessório de prata.

Hagalla
O que é o Hagalla? A palavra quer dizer: pulos, saltitar e corresponde ao mesmo significado do Said, felicidade, podemos pensar na expressão: "Pular de Alegria".
A música utilizada para essa dança segue um repertório dividido em três partes:
Shehaywa - Introdução ritmica e um coro anunciando o início e repetindo um refrão que geralmente conta a história do casal apaixonado.
Ghennaywa - solo musicado ou improviso de um poeta cantando sobre o amor.
Magruda -  retorno do coro anunciando o desfexo da história e repetindo novamente o refrão.
O ritmos de base são: FellahiMalfouf e Saidi.
As roupas também são bem diferentes das quais estamos acostumadas -saias e calças- mesmo para as apresentações folclóricas que conhecemos. E lá estão os vestidos bem fechados e cabelos cobertos.

By: Juliana Batista

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Volta as Aulas 2013

Meninas a partir do dia 04 de fevereiro nossas aulas maravilhosas estão de volta.

Segue horários nas Escolas de Dança que estarei ministrando aulas.

Novidade! Turma juvenil de 09 a 13 anos.






By: Juliana Batista



quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Posições de pernas

Observações 1: da mesma forma que os braços, as posições de pernas e pés foram adaptadas. Aqui elas apenas perderam suas características en dehor que não fazem parte desta modalidade de dança. Compare a original com a adaptada. (Teoria retirada do Glossário da Dança do Ventre, Bailarina Suheil)

Observação 2: Eu particularmente utilizo o en dehor em alguns exercícios em sala de aula.

Primeira posição na dança oriental

Segunda posição na dança oriental

Quarta posição na dança oriental (sim pulamos para a quarta)

  • A terceira posição não tem similar na dança do ventre
Terceira posição no balé

  • A quinta posição também não tem similar na dança do ventre. Não justificaria usar os pés fechados ou paralelos uma vez que a sexta posição tem esta característica natural e tratando-se de posições dos pés, é muito utilizada (diferente da de braços que não é tão comum)
Quinta posição no balé

Sexta posição em diversas danças

Posição Oriental

Informações do Glossário da Dança do Ventre
por Bailarina Suheil
http://bailarinasuheil.blogspot.com.br/





By: Juliana Batista


quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

POSIÇÃO DE BRAÇOS NA DANÇA DO VENTRE

Conceito: Os braços são considerados a moldura do corpo, responsáveis pelo "acabamento" em toda a dança. Existem 5 posições da escola acadêmica clássica, que são utilizadas na dança do ventre em uma versão adaptada às características naturais desta modalidade. Os braços podem muitas vezes caracterizar o estilo de dentro do universo desta dança: os braços mais baixos, próximos a região do umbigo, caracterizam uma dança egípcia, popular e oriental, enquanto os braços mais altos, próximos a linha do busto, são típicos de uma dança já influenciada por outras técnicas e mais ocidentalizadas.

Observação: Foram praticamente padronizadas as posições dos braços. São elas: a primeira e a segunda posição; a terceira posição pode variar em alta e baixa; a quarta posição, em alguns métodos, também varia entre quarta e quarta-cruzada; quinta posição é fechada, o que fez com que alguns métodos utilizassem a sexta posição para a nomenclatura desta posição com os braços abertos. O ideal é adapta-las para a dança do ventre de forma bem natural e que se respeite as características já pré-existentes das posições de braços nesta dança milenar.

  • A primeira e a segunda posições receberão apenas uma linha diferente, além de terem a liberdade de diversos posicionamento de mãos.
Primeira posição


Segunda posição


  • A terceira posição possui seu desenho duplo clássico de alta e baixa e uma adaptação para uma posição também muito usada nesta modalidade, que por sua similaridade, acabou sendo concebida como 3º posição fechada.
Terceira posição fechada


Terceira posição


Terceira posição baixa




  • Já a posição dita cruzada, continuou sendo a quarta posição.
Quarta posição


  • A quinta posição, caracterizada pelo dois braços altos acima da cabeça, permite diversas variações: aberta, fechada, com as mãos para fora ou para dentro, além dos estilos já quase em desuso por serem tidos como caricatos, mas que foram muito usados na dança da década de oitenta, estabelecendo uma relação com os desenhos dos papiros e suas formas geométricas.
Quinta posição aberta



Quinta posição fechada



Informações do Glossário da Dança do Ventre
por Bailarina Suheil
http://bailarinasuheil.blogspot.com.br/


By: Juliana Batista